Baseado em um trecho do livro Colheitas de Rubis - Tessa Afshar
"Em uma época em que eu tinha me tornado vazia e infiel, Ele me levou para longe das minhas riquezas, para longe do lugar onde eu tinha transformado o sucesso em minha fonte de bem estar.
Ele me trouxe para um deserto de perda e desespero. Ele não me trouxe aqui para me destruir, Ele me trouxe aqui para falar comigo em amor, para restaurar a mim o meu verdadeiro eu, a identidade que tinha sido sufocada sob o peso do meu apetite perverso por aceitação humana."
Quantas vezes decidimos algo em nossas vidas para sermos aceitas?
Roupas, profissão, uma série para assistir, a cor do cabelo, uma gíria para falar, com quem andar, casar...
Queremos ser sempre reconhecidas pelos nossos esforços, fingimos não se importar com os elogios, mas a verdade é que lá no fundo gostamos de recebê-los.
Na agitação do dia a dia essas coisas vão se entulhando em nossos corações a ponto de levantarmos ídolos dentro dele.
Nos envolvemos pelos ambientes que costumamos frequentar: Trabalho, Escola, Faculdade, Vizinhança, Igreja e até mesmo dentro de nossas casas.
Então Ele o nosso Pai nos afasta desses ídolos, e nos leva para um lugar distante para percebermos que de nada adiantou comprar aquele vestido novo, aquela promoção no emprego, aquele relacionamento ou dar aquela festa de aniversário pra toda parentada, estamos mais preocupadas com a aceitação humana do que em estar preparadas para o nosso verdadeiro noivo, Jesus.
Portanto vou atraí - lá para o deserto e vou falar - lhe com amor e transformarei o seu deserto em uma porta de esperança. Oséias 1.14
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
terça-feira, 17 de setembro de 2019
O discípulo e a Igreja.
Estava aqui pensando sobre alguns acontecimentos da minha vida, muita coisa mudou principalmente a forma como hoje eu enxergo e me relaciono com a congregação.
Eu não sei você, mas para mim a frequência de cultos e o engajamento nos afazeres da igreja eram primordiais na minha vida de crente. Se eu não estivesse envolvida em algum ministério ou não estivesse comparecendo todos os domingos na igreja, então eu não estava sendo uma crente de verdade.
Eu de fato acreditava que estaria abençoando vidas se me dedicasse a ser um bom membro para minha igreja e de que Deus se alegrava disso. Não há nada de errado em querermos ser bons membros em nossa congregação, entretanto esse não é o foco.
Hoje eu entendo que a missão da igreja é: Fazer discípulos!
Tudo muda quando o nosso principal interesse no Reino de Deus é Fazer Discípulos. A forma como você ora muda, a forma como você estuda a palavra muda, a forma como você cultua a Deus junto com a congregação muda também.
Hoje eu me alimento porque quero alimentar alguém, hoje eu escrevo ou canto porque quero edificar a vida de alguém, tudo que recebo de Deus eu quero usar como força de trabalho no reino dEle, hoje eu quero ser cheia do Espírito, mas quero também transbordar na vida de alguém.
Hoje eu vou a igreja, prestar meu culto a Deus, desfrutar da comunhão com os meus irmãos, mas nada disso faz sentido se eu não estiver fazendo discípulos.
Minha Razão de Viver é Multiplicar fazendo discípulos!
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